Chacina de Osasco: PM condenado estudava próprio processo


PM foi condenado a 119 anos de prisão
ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
A estratégia da defesa do cabo Victor Cristilder apostou na imagem de um homem de família humilde, que precisou catar lata e vender galinha, estudioso e com orgulho de ser policial militar. Para a defesa, o perfil contrastava com a violência empregada na maior chacina da história de São Paulo.
O policial militar foi condenado nesta sexta-feira a 119 anos, 4 meses e 4 dias de prisão por participar da maior chacina da história de São Paulo, que terminou com 17 mortos e 7 feridos em Osasco e Barueri, na Grande São Paulo, em agosto de 2015.
Ele foi o último réu a ser julgado. Em setembro, outros dois PMSs e um guarda civil haviam sido considerados culpados pelos ataques.
Nos quatro dias do júri, a postura de Cristilder chamou a atenção dos presentes no Fórum Criminal de Osasco. Ele passou a maior parte do tempo fazendo anotações em um caderno e ouvindo o que...


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