“Não há lugar seguro”, diz médica síria que trata crianças em Ghouta


Médica síria Amani Ballour atende vítima da guerra na Síria
Arquivo pessoal/Amani Ballour/5.3.2018
“Não há lugar seguro por aqui.” É este o depoimento da médica síria Amani Ballour, de 30 anos, que trabalha em Ghouta Oriental — o último grande reduto dos rebeldes no país governado por Bashar al-Assad.
Desde o último dia 18, a área habitada por 400 mil pessoas tem sido alvo de bombardeios e ataques aéreos que já deixaram mais de 600 mortos, segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.
Em entrevista ao R7, Amani afirma que prefere não revelar o nome do hospital onde trabalha por medo de represálias, mas diz que se situa no território conhecido como “setor do meio” — a porção central de Ghouta Oriental.
Médica síria relata caos
— Todos os lugares estão sendo bombardeados. Hospitais, escolas, jardins de infância. Na última semana, vimos muitas cenas difíceis e dolorosas. Muitos mortos e feridos, a maiori...


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