Juiz nega pernoite em fazenda e ressalta que igual Arcanjo existem outras 1,5 mil pessoas


João Arcanjo
Gazeta Digital
O juiz Geraldo Fidélis, da Vara de Execução Penal de Cuiabá, negou reexaminar decisão que não permitiu ao ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro, pernoitar, durante seus finais de semana, na Fazenda São João, em Várzea Grande.
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O magistrado explicou que mais de 1,5 mil pessoas também vivem monitoradas por tornozeleira, no mesmo regime de pena, não sendo justo conceder benefícios somente ao ex-bicheiro.  
O requerimento foi negado inicialmente em outubro. Insatisfeito, o antigo chefe do crime organizado em Mato Grosso recorreu. Ele argumentou que no dia 26 de fevereiro, ao passar para o regime semiaberto mediante monitoramento por tornozeleira, foi autorizado a permanecer, das sextas-feiras até os domingos, na referida fazenda.   
Para rebater Arcanjo, Fidélis explicou que a permanência não significa do...


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