Namorada de italiano assassinado tentou dissolver o corpo com ácido, diz irmão


Durante entrevista coletiva, na tarde desta sexta-feira, em um hotel na orla de Jatiúca, Antonio Ciccheli, irmão do italiano Carlo Cicchelli, morto pela companheira, Clea Fernanda Máximo da Silva, dentro de casa, na Ponta Grossa, em Maceió, no mês de setembro, disse que Clea Fernanda, que confessou o crime, tentou dissolver o cadáver do italiano com ácido. Ele se disse chocado e espantado com o crime .
"Ele [Carlo] era muito bom, até demais. Nas últimas mensagens que trocaramos, ele estava muito feliz, dizia que o Brasil era um país encantador. A Clea é uma pessoa terrível, pois guardou o cadáver e insistiu em pedir dinheiro", disse Antônio.
Segundo ele, Clea pode ter tido a ajuda de outra pessoa no crime.
Durante a manhã, Antonio Cicchelli e o cunhado de Carlo, que se identificou apenas como Evangelista, prestaram depoimento na Delegacia de Homicídios à delegada Rosimeire Vieira, responsável pelas investigações.
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