Gangues de bike miram pedestres


O analista Victor de Carvalho Lourenço, de 24 anos, trabalha na Alameda Eduardo Prado, nos Campos Elísios, e cansou de testemunhar casos de roubo de celular de forma quase idêntica nas ruas cheias do centro da capital paulista: de bicicleta, ladrões escolhem a vítima e, com tapas, arrancam o aparelho da mão delas, que geralmente andavam distraídas - justamente olhando para a tela do aparelho. Mas a recorrência não evitou que o próprio Lourenço virasse parte da estatística. Aliás, não virou: resolveu não registrar o caso na polícia: "Não fiz porque não serve para nada", argumenta.Há três meses, ele chegava ao trabalho quando o iPhone 6S foi tomado da sua mão por uma dupla que não conseguiu identificar. "Sempre via muitos casos acontecendo e pensava que nunca ia me afetar." O aparelho custa mais de R$ 2 mil, mas o prejuízo não fez com que ele mudasse seu hábito de falar e mandar mensagens enquanto anda. "Continuo falando da mesma maneira, mas agora estou mais...


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