Morte de reitor gera discussão sobre 'prisões precipitadas' 


Morte de reitor gera discussão sobre 'prisões precipitadas'
Divulgação/UFSC
A morte do reitor da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) já está sendo considerada como um 'ato político' e com isso reabre a discussão sobre 'prisões precipitadas', tese já defendida por políticos no âmbito de operações como a Lava Jato. 
De acordo com o colunista Moacir Pereira, do Diário Catarinense, o reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo deixou um bilhete antes de se jogar no vão do shopping mais movimentado de Florianópolis na manhã desta segunda (2), onde estaria escrito: "Minha morte foi decretada no dia de minha prisão". De acordo com fontes do colunista, Olivo teria entrado em um processo depressivo desde que foi preso. O reitor se sentia inconformado por ter sido preso mesmo que a própria Polícia Federal reconhecesse que as irregularidades que estavam sendo investigadas tenham acontecido antes da sua gestão  na universidade. 
Na comuni...


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