Útero artificial e outros avanços da ciência em 2017


Edição de DNA de embriões humanos abre novas perspectivas para estudos (Foto: NeuPaddy/Pixabay/CC0 Creative Commons)
A busca incessante da humanidade pelo conhecimento produziu, também em 2017, muitos resultados notáveis, vários deles registrados pelo G1. Este ano fica marcado, por exemplo, como aquele em que cientistas conseguiram mudar o DNA de um embrião humano com uma técnica mais barata e mais precisa de edição de material genético, que se consolidou em 2017. Guarde esse nome: Crispr (lê-se "crisper"). Com ele, muitas promessas da terapia genética – como a correção de doenças hereditárias – devem se tornar realidade. A técnica permite que um erro no DNA seja retirado e outro material, "correto", seja colocado no lugar. O ano ainda teve outras novidades, como um registro inédito de uma colisão de estrela de nêutrons, o achado de um grande espaço vazio na Piramide de Gizé, e um útero artificial, mas deixa importantes desafios para o f...


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