Informação é o começo para a quebra de estigmas da esquizofrenia:


Esqueça todos os estereótipos que você conhece sobre pessoas com esquizofrenia. Loucura, agressividade e salivação excessiva, embora façam parte, não são uma reação espontânea e característica da doença. Com tratamento adequado, o paciente pode superar o problema e aprender a conviver com ele, trabalhar, ter família e viver de maneira satisfatória.A quebra de estigmas começa com a forma como nos referimos ao indivíduo. "As pessoas são muito mais complexas, importantes e relevantes do que a doença que elas têm", afirma o psiquiatra Ary Gadelha, professor adjunto do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/UNIFESP) e coordenador do Programa de Esquizofrenia (PROESQ) da mesma instituição.
Os dados sobre esquizofrenia no Brasil são escassos, mas, com base em números internacionais, estima-se que a doença afete de 800 mil a 1,4 milhão de pessoas. A incidência é maior em homens, uma relação de 1...


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