O dia em que um menino santista se tornou corintiano


A escolha por um time, em geral, é mais individual do que coletiva
Reuters
Neste mês, meu filho deixou de ser santista para se tornar corintiano. Foi na noite do título do brasileiro. Deitado na cama ao lado do irmão mais velho, começou a vibrar com a atmosfera de vitória que emanava do Itaquerão para a TV. E não resistiu à tentação.
Seu rosto angelical, doce, foi enfático, acendendo o brilho daqueles olhinhos escuros e intensos. Emanava de seu semblante uma personalidade forte: decidiu e pronto. Assim como ele tinha decidido ser santista, por causa da admiração por Neymar e Ganso.
Essa nova decisão, calcada no fato de eu e o irmão dele sermos corintianos, me pegou de surpresa. Fui contra. Não queria que meu filho se tornasse corintiano, simplesmente porque é duro ser corintiano.
Poucos entendem que um time de futebol nada mais é do que um símbolo do que se passa na vida de cada um. Apesar de ser um esporte de massa, a escolha é indi...


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