Maluf terá arroz com passas, tutu e carne assada durante ceia na Papuda

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O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) deixa a sede da Polícia Federal, no bairro da Lapa, na zona oeste de São Paulo, nesta sexta-feira (Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo)O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) deixa a sede da Polícia Federal, no bairro da Lapa, na zona oeste de São Paulo, nesta sexta-feira (Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo)

O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) deixa a sede da Polícia Federal, no bairro da Lapa, na zona oeste de São Paulo, nesta sexta-feira (Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo)

O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) passará a noite de Natal com direito a uma ceia com arroz com passas, tutu de feijão, carne assada, batata e suco de frutas.

Esse será o cardápio oferecido neste domingo (24) no Centro de Detenção Provisória (CDP), onde ele foi alojado para cumprir a pena de 7 anos e 9 meses de prisão, iniciada na última quarta (20).

O cardápio foi divulgado pela Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), vinculada ao governo do Distrito Federal. A empresa que fornece as refeições deverá disponibilizar, para o almoço de domingo (25) arroz colorido, feijão em caldo, frango assado, purê de cenouras e suco de frutas.

Segundo a Sesipe, a refeição não terá custo adicional para o governo e foi oferecida pela própria empresa, mantendo padrão nutricional e quantidade estabelecidos em contrato.

Deputado Paulo Maluf chega ao IML em Brasília para exames médicos (Foto: Alessandra Modzeleski)Deputado Paulo Maluf chega ao IML em Brasília para exames médicos (Foto: Alessandra Modzeleski)

Deputado Paulo Maluf chega ao IML em Brasília para exames médicos (Foto: Alessandra Modzeleski)

No CDP, localizado no Presídio da Papuda, em Brasília, Maluf dorme em beliche, numa cela de 30 m² que conta com chuveiro e vaso sanitário. Situada numa ala que reúne idosos, ex-policiais e políticos, o local também abriga o ex-senador Luiz Estevão.

Na terça (19), o ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin determinou que ele cumpra em regime fechado a pena de 7 anos, 9 meses e 10 dias por lavagem de dinheiro desviado da Prefeitura de São Paulo na década de 1990.

A defesa tentou suspender a pena junto à presidente do STF, Cármen Lúcia, ou obter prisão domiciliar junto à Vara de Execuções Penais (VEP) na primeira instância da Justiça, mas teve os dois pedidos negados.